André Eduardo Forte
Solidão
me consome
consome meu peito
consome meus olhos
solidão
Me arraste a escuridão.
Sinto o vento gritar
Vejo os pássaros a voar
sozinho...
"A solidão está comigo"
Não à amigo
Não à amante
Apenas uma garrafa
de vinho na estante.
Solidão,
A solidão só engole
O peito de quem quer alguém,
Mais eu não quero ninguém
A solidão me faz bem!
A solidão me traz paz
Com seu silêncio frio.
É preciso estar isolado.
Pra entender que a solidão
É bem melhor que a sociedade.
segunda 07 maio 2012 16:05 , em poesias
André Eduardo Forte
País de merda..
Povo de merda..
Povo:desunido, egoísta,
Medroso, corrompido, maquiavélico,
Violento, acomodado.
Sem corações caridosos na realidade,
só a bondade em história para crianças dormir.
Sim.. nossas crianças já vão crescer.
E assim nos estabelecer um futuro.... Pior?
Com nosso exemplo não tem como melhorar,
Os dados rolam, o tempo passa
O mundo contínua na mesma desgraça.
País de merda.
Vamos varrer os donos da terra
Expulsem os índios de suas florestas.
Aquele mendigo da rua merece morrer?
Não? Então o ajude ..
Não ninguém quer ajudar,
Vamos só "compartilhar"..
A Revolução virá da internet..
"E tempo da comunicação amigos".
Porque ninguém mais quer levantar a bunda da cadeira.
País de Merda, povo de merda..
A vacina faz efeito no povo
A partir de agora ninguém mais pensa..
Assim fica fácil toma o poder e ninguém se revoltar
País de merda
Povo de merda
Talvez uma bomba deveria explodir em nossas casas.
Assim acordaríamos do sono mais profundo da humanidade.
País de merda.
sexta 27 abril 2012 10:20 , em Lixos
André Eduardo Forte
O sono invade as casas
E a metrópole dorme....,
O silêncio contido
Toma os ouvidos enfurecidos
A lua se veste de branco
Para meus olhos nus
E a eterna noite
Me leva aos bares imundos.
A metrópole dorme,
E aos becos escuros
Casais transam embriagados
A metrópole dorme
Enquanto eu plano nas nuvens
Com assas roubadas.
A metrópole dorme
E a calma dos vales escuros
Aterroriza os frágeis corações.
A metrópole dorme
Sobre meus olhos...
A metrópole dorme
E a morte invade os pensamentos confusos
A metrópole dorme
Enquanto o chão empoeirado
E manchado pelo vermelho
A metrópole dorme
Enquanto o sol não acorda.
segunda 21 novembro 2011 08:14 , em poesias
André Eduardo Forte
A tempestade vem
Fixo os olhos da varanda
A chuva cai sobre o chão
Logo o barulho do trovão
O céu é rabiscado
Partido ao meio
Rapidamente desenhado
Pelo um raio vermelho,
As estrelas se escondem
Sobre nuvens amarelas
A tempestade vai passando
E cada vez fica mais bela
Depois dos raios desenhistas
Vem o brilho das estrelas
Vem a lua caem as folhas
Com o balançar do vento,
Eu deitado na varanda
Nem notei passar o tempo
Era uma curta tempestade
Mais o sol já vem nascendo
domingo 19 fevereiro 2012 00:47 , em poesias
Andre Eduardo Forte
As palavras machucam
Mais que uma facada,
Ao ouvi-las
A mente sente raiva,
A frase falada
Despedaçou o coração,
Fez a angustia virar lagrimas,
Trazendo a dor amargurada.
Onde está o amor?
Por onde passo sinto dor!
Batidas fortes do tambor
Aumento o ritmo onde vou.
A morte não é triste,
E a vida? Talvez não.
Mais as palavras mais frágeis
Tornam fraco o coração
Como a ponte que se quebra
Como o mar sem a terra
Tão frágil, tão frágil.
segunda 23 abril 2012 19:54 , em poesias
Comentários